Dicas

Fertilização de oliveira

Benefícios da fertilização

A fertilização é uma operação que não deve ser vista como mera adição opcional de nutrientes, para se obter uma produção de azeitona mais generosa e uma planta mais produtiva. Pelo contrário, é uma questão de atenção à saúde da planta, que pode consequentemente desenvolver-se da melhor forma possível. A fertilização é importante para enriquecer o solo com as substâncias que lhe podem faltar, sem aumentar suficientemente as presentes: desta forma, cria-se o equilíbrio ideal para a planta com base nas suas necessidades específicas e no tipo de solo que a acolhe. A fertilização deve, portanto, ser feita regularmente e de acordo com as necessidades da planta, para que seja realmente eficaz. Será necessário conhecer suas necessidades nutricionais, mas também as características do terreno que o acolhe. Mesmo os solos mais adequados podem exigir fertilização, uma vez que, uma vez absorvidos pelas plantas, os nutrientes podem não reaparecer no solo tão rapidamente quanto seriam necessários à planta. Com a oliveira, pode-se cair no erro de pensar que a fertilização não é necessária, pois são plantas rústicas, capazes de se desenvolverem mesmo em solos rochosos e inóspitos. Na verdade, oferecer as melhores condições possíveis para a planta só pode ser uma vantagem, recompensada com uma rica produção de frutos e uma vida mais longa para a planta, que continuará a frutificar por vários anos. uma vez que, uma vez absorvidos pelas plantas, os nutrientes podem não reaparecer no solo tão rapidamente quanto seriam necessários para a planta. Com a oliveira, pode-se cair no erro de pensar que a fertilização não é necessária, pois são plantas rústicas, capazes de se desenvolverem mesmo em solos rochosos e inóspitos. Na verdade, oferecer as melhores condições possíveis para a planta só pode ser uma vantagem, recompensada com uma rica produção de frutos e uma vida mais longa para a planta, que continuará a frutificar por vários anos. uma vez que, uma vez absorvidos pelas plantas, os nutrientes podem não reaparecer no solo tão rapidamente quanto seriam necessários para a planta. Com a oliveira, pode-se cair no erro de pensar que a fertilização não é necessária, pois são plantas rústicas, capazes de se desenvolverem mesmo em solos rochosos e inóspitos. Na verdade, oferecer as melhores condições possíveis para a planta só pode ser uma vantagem, recompensada com uma rica produção de frutos e uma vida mais longa para a planta, que continuará a frutificar por vários anos. É engano pensar que a fertilização não é necessária, já que são plantas rústicas que podem se desenvolver até em solos rochosos e inóspitos. Na verdade, oferecer as melhores condições possíveis para a planta só pode ser uma vantagem, recompensada com uma rica produção de frutos e uma vida mais longa para a planta, que continuará a frutificar por vários anos. É engano pensar que a fertilização não é necessária, já que são plantas rústicas que podem se desenvolver até em solos rochosos e inóspitos. Na verdade, oferecer as melhores condições possíveis para a planta só pode ser uma vantagem, recompensada com uma rica produção de frutos e uma vida mais longa para a planta, que continuará a frutificar por vários anos.

Quando fertilizar


Fertilizar não significa simplesmente adicionar substâncias ao solo e deixar a natureza fazer o resto: as plantas estão sujeitas a ciclos de vida muito específicos e as suas necessidades também mudam durante esses períodos. Existem duas distinções principais: por um lado, será necessário ter em conta a idade da planta: as oliveiras mais novas precisarão de mais fertilizante, porque terão de gastar muita energia para crescer e desenvolver a folhagem espessa a partir do qual os frutos serão produzidos. Em vez disso, será necessário menos fertilizante para as oliveiras já grandes e em idade avançada, que já não estão sujeitas a um crescimento rápido e que apenas têm de permitir a renovação dos ramos e a frutificação. Em segundo lugar, é imprescindível ter em conta o ciclo das estações e fertilizar o solo quando a planta está para entrar no período produtivo, para que no seu despertar vegetativo tenha tudo o que necessita para a estação seguinte. Quanto às oliveiras, a melhor época para recorrer à fertilização do solo é a primavera, quando a planta se prepara para aproveitar os alimentos à sua disposição para se preparar e frutificar.

Tipos de fertilizante


Como as necessidades das plantas, mesmo que do mesmo tipo, variam de acordo com o ciclo de vida e a época do ano, é natural considerar o fato de que nem todos os fertilizantes serão adequados em todas as situações. À peculiaridade das oliveiras devemos acrescentar a do solo: para um bom cultivo é imprescindível conhecer as características do solo hospedeiro, de forma a enriquecê-lo com o que a planta necessita e que apresenta de forma reduzida ou forma insuficiente. O fertilizante normalmente necessário para as oliveiras é o nitrogênio, que está disponível no mercado em quatro tipos: nítrico, amoniacal, cálcio-cianâmico e ureico. A lista mostra os tipos de fertilizantes em ordem de eficácia, já que o nítrico é o mais facilmente absorvido pela planta, enquanto o amoniacal é absorvido com maior dificuldade.

Fertilização de oliveira: avisos


O azoto é um dos principais elementos de que a oliveira necessita e que muitas vezes não se encontra em quantidade suficiente no solo: isto não significa, no entanto, que sejam sempre necessárias doses abundantes. O fertilizante nitrogenado, se utilizado em quantidades incorretas, pode, ao contrário, causar uma presença excessiva desse elemento no solo, de forma a ter efeito contrário ao desejado e retardar o crescimento da planta. Se este problema for encontrado, é necessário intervir reduzindo a quantidade de nitrogênio introduzida no solo. Identificar a melhor quantidade nem sempre é fácil: uma das ferramentas à disposição de quem cultiva oliveiras é certamente a experiência, que deve ser inicialmente compensada com boas informações: é importante estabelecer quais são as características do solo para saber como intervir nele. Os danos causados ​​pelo excesso de nitrogênio podem ir além da desaceleração do crescimento e causar problemas significativos à planta, que ficará enfraquecida nas partes suculentas e, portanto, mais sensível aos danos do frio e ataques de parasitas. A fertilização, aliás, é também o primeiro método preventivo contra as ervas daninhas, do qual só uma planta forte e sã poderá se defender adequadamente.

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