Dicas

Doenças de orquídeas

Prevenção

As orquídeas são plantas por natureza extremamente fascinantes, mas também extremamente delicadas: para o seu cultivo é importante garantir um ambiente ideal no qual possam se desenvolver e crescer, ao mesmo tempo que garante à planta a possibilidade de se defender de muitos parasitas e não -doenças parasitárias que podem afetá-lo. Uma primeira forma de prevenção, portanto, passa pelo cultivo correto, de acordo com suas necessidades específicas. Deve-se ter cuidado para que as partes aéreas da planta não fiquem úmidas, principalmente durante a noite, e para que não ocorra estagnação excessiva de água, devendo-se eliminar as partes podres ou estragadas. As operações de poda devem ser realizadas com ferramentas estéreis ou passadas sobre a chama, para evitar que feridas abertas danifiquem a planta, causando infecções e favorecendo a cicatrização difícil, viático de doenças e organismos infestantes. Da mesma forma, deve-se tomar cuidado para não causar danos ou cortes a esta delicada planta, sendo que após cada repotenciamento é aconselhável aguardar alguns dias antes de retomar a rega, para aguardar que a cicatrização ocorra corretamente. Se for descoberto que uma planta está doente, deve-se removê-la imediatamente das outras, e em geral é aconselhável manter uma certa distância entre os diferentes exemplares para evitar que doenças e parasitas se transmitam e causem o contágio. . deve-se ter cuidado para não causar danos ou cortes a esta delicada planta, sendo que após cada repotenciamento é aconselhável aguardar alguns dias antes de retomar a rega, aguardar que a cicatrização tenha ocorrido corretamente. Se for descoberto que uma planta está doente, deve-se removê-la imediatamente das outras e, em geral, é aconselhável manter uma certa distância entre os diferentes espécimes para evitar que doenças e parasitas se transmitam e causem o contágio. . Deve-se ter cuidado para não causar danos ou cortes a esta delicada planta, sendo que após cada repotenciamento é aconselhável aguardar alguns dias antes de retomar a rega, aguardar que a cicatrização tenha ocorrido corretamente. Se for descoberto que uma planta está doente, deve-se removê-la imediatamente das outras, e em geral é aconselhável manter uma certa distância entre os diferentes exemplares para evitar que doenças e parasitas se transmitam e causem o contágio. .

Doenças fúngicas


As doenças fúngicas estão entre as mais perigosas para as orquídeas, pois são as que causam o apodrecimento do colo e da folha, com conseqüente morte da planta se não tratada adequadamente. Às vezes é difícil reconhecer a perturbação: pode-se pensar que o apodrecimento é causado por rega excessiva ou um ambiente não suficientemente exposto ao sol. Para evitar este tipo de doença, é portanto importante conseguir estabelecer o equilíbrio certo entre os diferentes elementos de que a planta necessita, nomeadamente água, iluminação, ventilação e humidade. Em caso de infecção, será necessário eliminar as plantas afetadas, para evitar que se espalhe para outras partes da planta, levando à morte. Dependendo da gravidade da situação, o uso de produtos específicos pode então ser avaliado, mesmo que possam ser agressivos para uma planta tão delicada. Da mesma forma, é melhor usar produtos preventivos com cautela, pois pode haver o risco de enfraquecê-lo.

Doenças virais


A causa da doença mais difícil de ser reconhecida pelas orquídeas é a de origem viral, pois os sintomas (manchas e mudança de cor das folhas) são muito semelhantes aos que indicam erros de cultivo. Se houver suspeita de que a planta possa apresentar um distúrbio viral, a primeira coisa a fazer é separá-la, mantendo-a a uma distância segura de outros espécimes, que de outra forma estariam igualmente infectados. Para confirmar o diagnóstico, é necessário contar com um laboratório de fitopatologia, que por meio de exames específicos poderá determinar a origem e extensão do distúrbio, indicando as intervenções mais adequadas para intervir. Normalmente, esses testes são usados ​​apenas para plantas de um determinado valor; em caso de dúvida, porém, é possível utilizar antivirais específicos, o que pode ser agressivo para a planta, mas permite que ela a livre do ataque viral. Deve ser lembrado que durante todo o período em que a infecção está em curso é importante que a planta não esteja em contato próximo com outros espécimes, uma vez que a infecção viral é a que se transmite mais facilmente de uma planta para outra. Para não agravar o estado de saúde da planta é imprescindível utilizar, caso seja necessário, ferramentas devidamente esterilizadas e não utilizá-las com outras plantas, ou esterilizá-las novamente antes desta etapa, para evitar que se transformem em veículo para infecção. infecção é importante que a planta não esteja em contato próximo com outros espécimes, uma vez que a infecção viral é a que é mais facilmente transmitida de uma planta para outra. Para não agravar o estado de saúde da planta é imprescindível utilizar, caso seja necessário, ferramentas devidamente esterilizadas e não utilizá-las com outras plantas, ou esterilizá-las novamente antes desta etapa, para evitar que se transformem em veículo para infecção. infecção é importante que a planta não esteja em contato próximo com outros espécimes, uma vez que a infecção viral é a que é mais facilmente transmitida de uma planta para outra. Para não agravar o estado de saúde da planta é imprescindível utilizar, caso seja necessário, ferramentas devidamente esterilizadas e não utilizá-las com outras plantas, ou esterilizá-las novamente antes desta etapa, para evitar que se transformem em veículo para infecção.

Doenças de orquídeas: doenças parasitárias e bacterianas


Um pouco mais raras, mas ainda disseminadas, são as doenças de origem bacteriana, que ocorrem por meio de manchas nas folhas que se estendem gradativamente até atingir o caule. As doenças bacterianas são de difícil controle e o combate é principalmente preventivo. Já as doenças parasitárias estão entre as mais simples de serem identificadas: manchas de diferentes cores e tamanhos aparecerão nas partes da orquídea, dependendo do tipo de praga. Se a infestação for muito localizada, é possível intervir com um cotonete embebido em álcool, que eliminará os microrganismos presentes. Em vez disso, é necessário intervir com agrotóxicos específicos se a infestação for mais extensa, uma vez que a

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