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Doenças de suculentas

Suculentos

O mundo natural é um exemplo extraordinário de quanto poder a Natureza (como o ser supremo reconhecido por todos) tem e pode expressar; não devemos esquecer que a natureza é a verdadeira criadora de tudo o que nos rodeia, e não nós, seres humanos, que no máximo “combinamos os ingredientes” para construir ferramentas e outras coisas, mas certamente não “criamos”. As suculentas são uma parte muito interessante do mundo vegetal, porque podem muito bem exemplificar um dos maiores poderes das plantas: a adaptação. Todos, para o bem ou para o mal, quando ouvem a palavra “planta suculenta” sabem do que estamos falando, até porque também são vistos no cinema e, em todo caso, são difundidos como plantas de casa. Esse, cujo nome verdadeiro é plantas “suculentas” (a palavra gordura é um termo mais popular, mesmo que dê uma boa ideia), são plantas cujo incrível espírito de adaptação as levou a viver em lugares onde o primeiro componente fundamental da vida, a saber, a água, está ausente ou, em todo caso, muito escasso. Parece absurdo, porque todos sabem que mesmo um ser humano (cuja “fraqueza” em relação aos outros animais é gigantesca) poderia viver um mês sem tocar na comida, mas não duraria mais de uma semana sem beber água.

Características das suculentas


O exemplo mostrado no final do parágrafo anterior é o mais exaustivo possível, nos faz entender como não poderia haver vida sem água (e esta é, por exemplo, a razão pela qual quando as agências espaciais internacionais procuram em outros planetas, elas procure antes de mais nada a água). E em um deserto como o Saara ou outros do planeta Terra, onde não chove ou em qualquer caso a atmosfera fica seca mesmo por dois ou três meses consecutivos (senão mais), como as plantas sobrevivem? Bem, o segredo das plantas suculentas ou suculentas para viver nos desertos (principalmente os quentes, porque nos desertos frios haveria gelo que é água parada, mesmo se solidificado) é ter reduzido o desperdício tanto quanto possível e ter aprendido a armazenar e conservar a água quando chega em excesso para tê-la disponível quando há escassez. E este é o verdadeiro significado das palavras “gorda” e “suculenta”: ambas se referem ao conteúdo interno da planta, que muitas vezes está inchado porque contém reservas de água. Tudo isso feito com tecidos internos capazes de absorver água, reduzindo ao mínimo a superfície das folhas (pois senão o sol e as altas temperaturas as teriam secado) fazendo com que se tornassem espinhos e com uma superfície externa que não deixa entrar água .a interna evaporar e sair da planta, conseguindo manter a temperatura interna mais baixa que a externa mesmo em alguns graus. E este é o verdadeiro significado das palavras “gorda” e “suculenta”: ambas se referem ao conteúdo interno da planta, que muitas vezes está inchado porque contém reservas de água. Tudo isso foi feito com tecidos internos capazes de absorver água, reduzindo ao mínimo a superfície das folhas (porque senão o sol e as altas temperaturas as teriam secado) fazendo com que se tornassem espinhos e com uma superfície externa que não deixa entrar água. .a interna evaporar e sair da planta, conseguindo manter a temperatura interna mais baixa que a externa mesmo em alguns graus. E este é o verdadeiro significado das palavras “gorda” e “suculenta”: ambas se referem ao conteúdo interno da planta, que muitas vezes está inchado porque contém reservas de água. Tudo isso foi feito com tecidos internos capazes de absorver água, reduzindo ao mínimo a superfície das folhas (porque senão o sol e as altas temperaturas as teriam secado) fazendo com que se tornassem espinhos e com uma superfície externa que não deixa entrar água. .a interna evaporar e sair da planta, conseguindo manter a temperatura interna mais baixa que a externa mesmo em alguns graus.

Doenças de suculentas

Embora as suculentas tenham conseguido fazer as incríveis adaptações mencionadas para poder viver em desertos com grande escassez de água, elas não são “indestrutíveis”; na verdade, o próprio fato de os cultivarmos em ambientes com climas claramente diferentes dos naturais para eles, induz e exalta algumas fraquezas. Por exemplo, as suculentas, por estarem acostumadas a quantidades muito pequenas de água, precisam de um substrato muito drenante e de irrigação esparsa, pois não suportam a estagnação da água e uma abundância excessiva de água (no deserto esses dois fenômenos são impensáveis). Quando isso acontece, o mais frequente é a lenta agonia da planta, que enfraquece e corre o risco de ser atacada sobretudo por agentes fúngicos, que nela se instalam para o parasitismo e levam a um lento fim.

Prevenção e tratamento

As suculentas em geral não estão sujeitas e predispostas a doenças; na verdade, sua longevidade, se mantida em condições adequadas, é muito apreciada pelos entusiastas da jardinagem. O importante, porém, é a prevenção dessas doenças acima mencionadas, pois só assim elas podem realmente ser evitadas: antes de mais nada, é preciso ter sempre em mente o habitat original da planta, que é seco, limpo (nem mesmo bactérias e insetos podem viver, apenas algumas exceções), sem estagnação de água. Conseqüentemente, devemos ter o cuidado de regar a planta somente quando vemos o solo seco, para expor ao sol mas não muito às correntes, para garantir um subsolo muito drenante (em todos os viveiros há solos especiais, em cujo fundo é bom colocar estilhaços e material grosseiro para aumentar o efeito) e integrar os nutrientes através de fertilizações esporádicas mas precisas. Quando faltam algumas dessas condições, a planta enfraquece e é atacada por fungos ou por insetos parasitas como os ácaros; a solução nesses casos é reequilibrar o tratamento correto e cortar as partes doentes da planta se possível, caso contrário tente com produtos dedicados que, no entanto, nem sempre têm um grande efeito: melhor evitar prevenindo.

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