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As folhas das orquídeas

As folhas das orquídeas

Costumamos pensar que a parte mais importante das orquídeas são as flores. Na verdade, todos os componentes vegetais desta planta são de particular importância para o seu correto e saudável desenvolvimento. Nas operações de cuidado e cultivo de orquídeas, não devemos descurar as folhas, órgão fundamental de muitas plantas e portanto também destas magníficas flores de interior. Muitas das funções vegetativas da planta vão depender da correta atividade fotossintética das folhas, como o desenvolvimento dos botões e flores, a oxigenação da raiz e a absorção de nutrientes. As folhas das orquídeas também são a parte mais facilmente afetada por parasitas, fungos e doenças bacterianas e virais, mas também a parte mais vulnerável aos riscos de má exposição, de excesso de luz,

Características


As folhas das orquídeas são grandes, longas, lanceoladas, verde-escuras e carnudas. Algumas vezes podem se desenvolver de forma esparsa ou alternada, outras vezes podem se apresentar de forma oposta, dependendo da variedade. Em qualquer caso, é bom conhecer suas características para intervir corretamente durante as operações de cultivo. Como já mencionado, as folhas das orquídeas são muito carnudas e isso permite que suportem até mesmo alguns curtos períodos de seca ou irrigação escassa, lembrando, porém, de não exagerar, pois as orquídeas não possuem sistemas de armazenamento de água e não suportam longos períodos de estiagem. água escassez de água. As folhas das orquídeas também são muito sensíveis à luz, tanto em excesso quanto em defeitos. No primeiro caso podem enrolar-se, evitando a formação de novos botões, no segundo, eles podem ficar amarelos ou secar. As estruturas foliares das orquídeas também devem ser “eliminadas” periodicamente, pois a presença excessiva de folhas impede a correta penetração de ar e luz nos botões e flores. A limpeza das folhas é efectuada arrancando suavemente as folhas secas ou amareladas e deixando sozinha as que ainda estão verdes e em bom estado. Antes de limpar as folhas, lembre-se de lavar bem as mãos e usar luvas limpas e desinfetadas, pois as orquídeas estão entre as plantas domésticas mais suscetíveis a doenças. A limpeza das folhas é efectuada arrancando suavemente as folhas secas ou amareladas e deixando sozinha as que ainda estão verdes e em bom estado. Antes de limpar as folhas, lembre-se de lavar bem as mãos e usar luvas limpas e desinfetadas, pois as orquídeas estão entre as plantas domésticas mais suscetíveis a doenças. A limpeza das folhas é efectuada arrancando suavemente as folhas secas ou amareladas e deixando sozinha as que ainda estão verdes e em bom estado. Antes de limpar as folhas, lembre-se de lavar bem as mãos e usar luvas limpas e desinfetadas, pois as orquídeas estão entre as plantas domésticas mais suscetíveis a doenças.

Irrigação foliar


As folhas das orquídeas devem ser molhadas preferencialmente uma vez ao dia, borrifando, na página superior, preferencialmente água não calcária. Durante o molhamento, deve-se ter cuidado para não deixar gotas d’água nos interstícios das folhas, flores e na superfície do vaso, pois a umidade muitas vezes causa apodrecimento. Geralmente, para orquídeas, a frequência de irrigação é maior no verão, com quatro operações por semana, enquanto nos meses mais frios é possível intervir apenas uma vez por semana.

As folhas das orquídeas: doenças das folhas


As folhas das orquídeas, como já mencionado, representam uma parte da planta muito exposta a adversidades, tanto de natureza ambiental como infecciosa. Manchas, marcas, cachos e mudanças de cor são sempre um sinal de que algo está errado com a saúde da planta. Muitos desses sinais podem ser causados ​​por parasitas, como insetos cochonilhas, pulgões e ácaros. São insetos que, apesar da sua extrema diversidade morfológica, têm a característica comum de sugar a linga vegetal das plantas, infestando a página superior ou a página inferior das folhas. Mealybugs, pulgões e ácaros lutam com inseticidas ou fungicidas específicos, mas, para evitar fenômenos de toxicidade no meio ambiente e na planta, é melhor recorrer a estratégias preventivas, como molhar as folhas para remover os ácaros da aranha, ou estratégias manuais, como a remoção de insetos e pulgões usando algodão embebido em álcool ou sabão. Erros de cultura também podem causar infecções fúngicas, bacterianas e virais. As doenças fúngicas são normalmente causadas por estagnação excessiva de umidade. Acontece quando a água fica estagnada na panela sem ser facilmente drenada ou drenada. Em orquídeas cultivadas em vasos, costuma-se usar uma base de argila expandida, que favorece o escoamento da água e evita sua estagnação. As infecções fúngicas freqüentemente causam o apodrecimento das folhas e raízes: uma doença visível na cor escura específica das folhas, que se enrugam como se tivessem sido imersas em um líquido. Doenças bacterianas e virais podem ser transmitidas à planta durante as operações de poda realizadas com ferramentas mal limpas e não desinfetadas. As feridas cortadas são um veículo fácil para infecções causadas por bactérias e vírus de plantas. Mesmo nesses casos, os sintomas são evidentes nas folhas, que podem apresentar manchas amarelas ou escuras. As doenças bacterianas e virais das folhas das orquídeas podem durar anos, mas quando ocorrem são frequentemente incuráveis, condenando a planta à morte certa.

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